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O Mundo da Educação está mudando. E não é pouca coisa.

Se você acha que a escola ou faculdade é a mesma de 5 anos atrás, terá uma grande surpresa.
Durante o evento, entre um café e outro, a gente conversou com líderes de instituições grandes e a sensação foi unânime: ninguém tá confortável. E isso é ótimo.

Tem um clima de inquietação no ar.
Todo mundo buscando o tal equilíbrio entre tradição e inovação. Entre relacionamento próximo e operação escalável. Entre resultado e reputação.

E tudo o que a gente viu e ouviu no evento bateu direitinho com o que já sentimos no dia a dia com nossos clientes:

  • A concorrência é cada vez mais forte (e com apetite);
  • O aluno está mais exigente e quer experiência, não só conteúdo;
  • E o marketing, que antes era “coisa do final do funil”, virou peça-chave na jornada inteira.

Ah, e tem um ponto que não dá pra ignorar:
O processo de decisão mudou, e mudou pra todo mundo.

No ensino básico, o protagonismo da decisão ainda está nas mãos dos pais.
Eles querem segurança, acolhimento, clareza.
Vão analisar cada ponto de contato: do site ao uniforme, da recepção da escola à linguagem nos materiais. O que pega aqui é confiança, e isso se constrói desde o primeiro “olá”.

Já no ensino superior, a decisão muitas vezes é dividida.
Os pais participam, sim, mas o aluno já chega com opinião formada.
Ele pesquisa, compara, pede o link do curso, lê comentários no Google, manda DM no Insta, pede PDF no WhatsApp e, se não for bem atendido, simplesmente some.

E no caso dos cursos livres e idiomas, aí a autonomia do aluno costuma ser ainda maior, e a expectativa também.

Ou seja: não dá mais pra se comunicar como se fosse 2012. Nem com o pai, nem com o aluno.
Cada perfil exige um tipo de abordagem, e a comunicação precisa acompanhar esse ritmo.

Quem entende essas sutilezas, sai na frente.
Quem ignora, perde matrícula… e nem fica sabendo por quê.

Trammit no centro do palco: afinal, o que mudou?

Nosso Head de CRM, Fábio Monteiro subiu ao palco pra fazer o que ele faz de melhor: jogar luz onde muita gente prefere não olhar.

Logo de cara, ele soltou a real:
“Estamos focando nossas decisões em dados básicos, mas esquecendo o que realmente importa.”

Todo mundo sabe quantos leads gerou.
Mas e o que rolou depois?

Fábio trouxe um exemplo que fez muita cabeça balançar na plateia:
“A maioria das instituições mede agendamento de visita. Mas quantas dessas visitas aconteceram de fato? Quantos visitantes viraram matrícula? O que foi feito com quem não apareceu?”

Temos que adaptar o marketing digital com os dilemas reais do segmento, encontrando métricas palpáveis e que vão nos ajudar a tomar decisões importantes. Esse tipo de análise é o que transforma dado solto em estratégia de verdade.


Mentoria na prática: roda aberta e conversa direta

Além da palestra, a Trammit também comandou uma das rodas de mentoria.
O que rolou foi escuta ativa, troca de dores e aprendizados de quem vive a rotina de gestão educacional de perto.

Entre os temas que mais pegaram:

  • Dificuldades de retenção em aulas online
  • Como captar novos alunos
  • Como lidar com o conservadorismo interno que trava a inovação
  • O desafio de transformar grandes bases de leads em relacionamentos reais
  • E o papel (cada vez mais central) das novas tecnologias na comunicação com alunos.

Foi aquele tipo de conversa em que todo mundo sai com ideia na cabeça e já pensando em como aplicar no seu negócio.

Marcas que a gente admira e caminha junto

Estavam por lá instituições que já dividem história com a Trammit, como Maple Bear, Ânima Educação e Unifacig, além de muitas outras que enfrentam os mesmos desafios:
crescer com consistência num mercado que muda o tempo todo.

Ver tantas marcas relevantes se abrindo, trocando ideia e realmente escutando umas às outras foi inspirador. A inovação não é mais um diferencial. É o novo mínimo.

E no fim das contas?

A gente saiu da Pocket House com aquele sentimento bom de quem não só compartilhou, mas também aprendeu. Mais do que falar, a gente ouviu muito e reforçou o que já carregamos há anos:

Marketing educacional precisa ser estratégico, mas também precisa ser humano, próximo e comprometido com resultado real.

A gente acredita nesse tipo de construção. E eventos como esse só reforçam o quanto a Trammit tá no lugar certo, com as pessoas certas, falando do que realmente importa.

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